{"id":517,"date":"2018-08-31T08:36:19","date_gmt":"2018-08-31T11:36:19","guid":{"rendered":"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/?p=517"},"modified":"2021-12-28T18:38:08","modified_gmt":"2021-12-28T21:38:08","slug":"517","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/2018\/08\/31\/517\/","title":{"rendered":"Resolu\u00e7\u00e3o 4.557- Programa de Testes de Estresse e o prop\u00f3sito do Teste de Estresse"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_518\" aria-describedby=\"caption-attachment-518\" style=\"width: 1042px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-518\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/27-AnaliseCenarios.png\" alt=\"\" width=\"1042\" height=\"642\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/27-AnaliseCenarios.png 1042w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/27-AnaliseCenarios-300x185.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/27-AnaliseCenarios-768x473.png 768w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/27-AnaliseCenarios-1024x631.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1042px) 100vw, 1042px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-518\" class=\"wp-caption-text\">Prop\u00f3sito do teste de estresse<\/figcaption><\/figure>\n<p>Qual prop\u00f3sito do teste de estresse? O programa de testes de estresse vai al\u00e9m do c\u00e1lculo propriamente dito. As metodologias s\u00e3o uma ponta do \u2018iceberg\u2019 dentro do contexto mais amplo, descrito ao longo dos artigos 11 a 18. O prop\u00f3sito do teste de estresse \u00e9 permitir a \u2018postura prospectiva\u2019 do gerenciamento de riscos, com uma vis\u00e3o hol\u00edstica e integrada. Al\u00e9m de nossas anota\u00e7\u00f5es sobre esse assunto a partir do evento com representantes do regulador em julho de 2017, destacaremos importantes aspectos que antecedem e sucedem o teste de estresse. N\u00e3o abordaremos c\u00e1lculos, procurando apenas inseri-los de forma did\u00e1tica dentro do processo de gerenciamento de riscos. Sendo uma simplifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 exaustivo e dependente das caracter\u00edsticas de porte, complexidade e est\u00e1gio de maturidade para suas respectivas analogias.<\/p>\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es em evento com participa\u00e7\u00e3o do regulador<\/strong><\/p>\n<p>Em evento promovido pela ABBC em julho de 2017, com a presen\u00e7a do DEREG (Departamento de Regula\u00e7\u00e3o Prudencial do Banco Central), dentre v\u00e1rios itens, anotamos os seguintes sobre testes de estresse:<\/p>\n<p>. Envolvimento da alta administra\u00e7\u00e3o na defini\u00e7\u00e3o e uso efetivo de seus resultados para tomada de decis\u00f5es.<\/p>\n<p>. Melhor informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel e envolvimento das \u00e1reas econ\u00f4micas nessa modelagem.<\/p>\n<p>. Processo ser\u00e1 de melhoria cont\u00ednua, buscando qualidade das informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>. Constru\u00e7\u00e3o de uma base de dados n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria para alguns segmentos, mas altamente recomend\u00e1vel.<\/p>\n<p>. Modelos julgamentais podem ser inicialmente adotados.<\/p>\n<p>. A diferen\u00e7a b\u00e1sica entre an\u00e1lise de sensibilidade e de cen\u00e1rio est\u00e1 relacionada \u00e0 quantidade de par\u00e2metros: a an\u00e1lise de cen\u00e1rio deve possuir mais de um par\u00e2metro e considerando integra\u00e7\u00e3o entre os riscos.<\/p>\n<p><strong>Programa de Testes de Estresse<\/strong><\/p>\n<p>No inciso I do artigo 11, sua defini\u00e7\u00e3o \u201cconjunto coordenado de processos e rotinas, dotado de metodologias, documenta\u00e7\u00e3o e governan\u00e7a pr\u00f3prias, com o objetivo principal de identificar potenciais vulnerabilidades da institui\u00e7\u00e3o\u201d sugere ampla documenta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do c\u00e1lculo propriamente dito.<\/p>\n<p><strong>Metodologias de Testes de Estresse, exceto segmento S5<\/strong><\/p>\n<p>Nos demais incisos do artigo 11 e inciso III do artigo 12, destacamos as tr\u00eas metodologias de c\u00e1lculo: an\u00e1lise de sensibilidade, an\u00e1lise de cen\u00e1rio (apenas segmentos S1 e S2) e teste de estresse reverso (apenas segmento S1).<\/p>\n<p><strong>Ciclo de melhoria cont\u00ednua do Gerenciamento Integrado de Riscos<\/strong><\/p>\n<p>Seguindo a numera\u00e7\u00e3o da figura, organizamos um fluxo de depend\u00eancia e rela\u00e7\u00f5es do programa de testes de estresse com o processo mais amplo de gerenciamento de riscos,\u00a0 numa poss\u00edvel forma de alinhamento:<\/p>\n<p>1-Origem dos dados (inciso I do art.15): elementos hist\u00f3ricos e hipot\u00e9ticos, prevendo a utiliza\u00e7\u00e3o de premissas e par\u00e2metros adversos adequadamente severos (inciso IV do artigo 12).<\/p>\n<p>2-Resultados dos testes (inciso I do art.13): \u201cassegurar o uso dos resultados do teste de estresse na identifica\u00e7\u00e3o, mensura\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, monitoramento, controle e mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos da institui\u00e7\u00e3o\u201d, considerando-os como mais um crit\u00e9rio na modelagem de riscos (6) para seu adequado tratamento (10).<\/p>\n<p>3-<em>Backtesting<\/em> (inciso II do art. 9\u00ba e inciso II do artigo 13): Os resultados dessas simula\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m devem ser compar\u00e1veis com seu respectivo desempenho real, a fim de estimular melhoria cont\u00ednua dessa modelagem.<\/p>\n<p>4-Base de dados hist\u00f3ricos (inciso I do art.15): como modelar um teste de estresse sem fundamenta\u00e7\u00e3o quantitativa alguma? Apesar de n\u00e3o ser obrigat\u00f3rio para alguns segmentos, iniciativa no sentido da montagem dessa base de dados ser\u00e1 provavelmente bem vista durante o processo de supervis\u00e3o.<\/p>\n<p>5-Elementos hipot\u00e9ticos (inciso I do art.15): eventos que nunca ocorreram ou n\u00e3o fazem parte do hist\u00f3rico da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o significam que nunca ocorrer\u00e3o, afinal o mercado j\u00e1 pode t\u00ea-las experimentado. Por isso, sugere-se contribui\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia de especialistas (par\u00e1grafo \u00fanico do art.12), riscos de curto e de longo prazo, idiossincr\u00e1ticos e sist\u00eamicos, de origem nacional e externa (inciso II do art.15), entre outros.<\/p>\n<p><strong>Mas como selecionar hip\u00f3teses e dados hist\u00f3ricos relevantes, bem como suas correla\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n<p>6-Ao elaborar a modelagem de riscos da institui\u00e7\u00e3o, considerar:<\/p>\n<p>. Intera\u00e7\u00e3o entre riscos e unidades de neg\u00f3cio (inciso I do art.14 e inciso III do art.15):<\/p>\n<p>. Buscar modelar o mundo real com os riscos relevantes ao modelo de neg\u00f3cios da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>. 7-M\u00faltiplas causas.<\/p>\n<p>. 8-Depend\u00eancia e motricidade dos riscos de cr\u00e9dito, mercado, IRRBB, operacional, liquidez, socioambiental e outros definidos pela institui\u00e7\u00e3o (inciso I do artigo 12 e artigo 6\u00ba), al\u00e9m do impacto de concentra\u00e7\u00f5es significativas desses riscos (inciso II do artigo 12).<\/p>\n<p>Mensura\u00e7\u00f5es de probabilidade e impacto podem ser fundamentadas com informa\u00e7\u00f5es vinculadas respectivamente \u00e0s causas e consequ\u00eancias a partir da mesma base de hip\u00f3teses (5\u2019), dados hist\u00f3ricos (4\u2019) e resultados de testes de estresse (2). Nossa sugest\u00e3o \u00e9 estudar as causas e consequ\u00eancias separadamente, associando informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, caso as possuam, e depois relacionar os diversos riscos, conforme nossos artigos sobre a abordagem Grafos GRI.<\/p>\n<p><strong>Benef\u00edcios da modelagem de riscos<\/strong><\/p>\n<p>9-Os relacionamentos entre riscos identificados na modelagem ser\u00e3o o embri\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas aplic\u00e1veis no c\u00e1lculo de teste de estresse.<\/p>\n<p>5\u2019\u2019-Permitir\u00e3o elaborar hip\u00f3teses mais consistentes.<\/p>\n<p>2-Usufruir efetivamente dos resultados quantitativos do teste de estresse e ao mesmo tempo combinar com outras decis\u00f5es qualitativas por meio da intera\u00e7\u00e3o entre riscos (8).<\/p>\n<p>10-Fundamentar tratamentos de mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos conforme a nova vis\u00e3o hol\u00edstica em gest\u00e3o de riscos.<\/p>\n<p>6-Documenta\u00e7\u00e3o de todo processo e crit\u00e9rios adotados, permitindo resgatar defici\u00eancias de informa\u00e7\u00f5es ou do modelo adotado nos ciclos anteriores para o pr\u00f3ximo ciclo de melhoria cont\u00ednua.<\/p>\n<p><strong>Tratamento<\/strong><\/p>\n<p>11-Com a lista de tratamentos geralmente maior que o or\u00e7amento, recursos humanos e tempo dispon\u00edveis para mitigar todos os riscos mapeados, ser\u00e1 necess\u00e1rio envolver a administra\u00e7\u00e3o para essa decis\u00e3o de prioriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>12-Citando apenas algumas a\u00e7\u00f5es efetivas de mitiga\u00e7\u00e3o de riscos:<\/p>\n<p>. Aculturamento, capacita\u00e7\u00e3o, conscientiza\u00e7\u00e3o envolvendo potencialmente todos colaboradores da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>. Ajustes no portf\u00f3lio de produtos e servi\u00e7os oferecidos, pol\u00edticas e procedimentos manuais.<\/p>\n<p>. Investimentos em infraestrutura f\u00edsica, equipamentos, materiais de consumo e locais de trabalho.<\/p>\n<p>. Investimentos em <em>software<\/em> para melhoria de processos, tais como solu\u00e7\u00f5es especializadas na atividade-fim, ERP (<em>Enterprise Resource Planning<\/em>), BPM (<em>Business Process Management<\/em>), RPA (<em>Robotic Process Automation<\/em>), entre outros.<\/p>\n<p><strong>Ampla documenta\u00e7\u00e3o (inciso V do artigo 12)<\/strong><\/p>\n<p>Devem ser claramente documentados: \u201cgovernan\u00e7a e processos do programa; finalidade, frequ\u00eancia e metodologia de cada teste de estresse; a\u00e7\u00f5es elencadas para corrigir fragilidades apontadas pelo programa, incluindo a avalia\u00e7\u00e3o de sua factibilidade em situa\u00e7\u00f5es de estresse; metodologias para defini\u00e7\u00e3o dos cen\u00e1rios relevantes, quando utilizada a metodologia de an\u00e1lise de cen\u00e1rios; papel desempenhado pelos especialistas da institui\u00e7\u00e3o nas defini\u00e7\u00f5es relativas aos testes de estresse; e limita\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas dos testes de estresse, incluindo aquelas relacionadas \u00e0 sele\u00e7\u00e3o de modelos, \u00e0s suas premissas e \u00e0s bases de dados utilizadas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Governan\u00e7a, Pol\u00edticas, Procedimentos e Cadeia de Valor: mitiga\u00e7\u00e3o e fonte de riscos simultaneamente<\/strong><\/p>\n<p>13-Pol\u00edticas e procedimentos como redu\u00e7\u00e3o de riscos: havendo ajustes organizacionais como a\u00e7\u00e3o de mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos, sua respectiva documenta\u00e7\u00e3o deve ser atualizada e divulgada. Alguns <em>softwares<\/em> partem como premissa sua pr\u00e9via parametriza\u00e7\u00e3o de processos para que possam ser executados, sendo natural fonte de documenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>14-Institucionaliza\u00e7\u00e3o: manter essa documenta\u00e7\u00e3o atualizada e sistematicamente divulgada permite que o funcionamento da organiza\u00e7\u00e3o seja de conhecimento geral. Para processos peri\u00f3dicos, repetitivos e padronizados em condi\u00e7\u00f5es normais, essa documenta\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para promover realoca\u00e7\u00f5es e permitir colaboradores tirarem f\u00e9rias e licen\u00e7as com m\u00ednimo de perda na qualidade de execu\u00e7\u00e3o durante sua substitui\u00e7\u00e3o. Para poss\u00edveis condi\u00e7\u00f5es anormais, devem ser elaborados planos de conting\u00eancia ou continuidade de neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>15-Pol\u00edticas e procedimentos como fonte de riscos: os mesmos processos cujos ajustes mitigam riscos, s\u00e3o tamb\u00e9m simultaneamente poss\u00edveis fontes de riscos na modelagem (6), fechando o ciclo de melhoria cont\u00ednua.<\/p>\n<p><strong>Riscos diversos<\/strong><\/p>\n<p>16-Vari\u00e1veis internas: al\u00e9m de processos serem naturais fontes de risco, vari\u00e1veis das mais diversas naturezas obtidas internamente devem ser coletadas para formar a base hist\u00f3rica (4). Mas ser\u00e1 necess\u00e1rio mapear na modelagem (6) daquelas que sejam relevantes.<\/p>\n<p>17-Vari\u00e1veis externas: devem gerar maior dificuldade de coleta, mas podem ser relevantes dentro de sua modelagem (6) no n\u00edvel hipot\u00e9tico (5) ou se poss\u00edvel com evid\u00eancias hist\u00f3ricas (4).<\/p>\n<p>Em ambos os casos, novamente voltamos \u00e0 necessidade da forma\u00e7\u00e3o de base de vari\u00e1veis internas e externas, seja com informa\u00e7\u00e3o estruturada ou n\u00e3o, para fundamentar a modelagem de riscos e as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis para tomada de decis\u00f5es num ciclo pelos quais os gestores ser\u00e3o avaliados pelos futuros resultados.<\/p>\n<p><strong>Gerenciamento de risco e estrutura administrativa<\/strong><\/p>\n<p>Gerenciamento de risco \u00e9 um est\u00edmulo para melhoria da estrutura administrativa. Conforme abordamos no artigo <a href=\"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/07\/20\/resolucao-4-557-gerenciamento-de-riscos-melhoria-continua-e-iso-31000\/\">gerenciamento de riscos e melhoria cont\u00ednua com ISO 31000<\/a>, antecipar cen\u00e1rios considerando poss\u00edveis riscos faz parte de qualquer planejamento, a partir do qual os recursos limitados dispon\u00edveis s\u00e3o organizados para atingir seus objetivos: base da administra\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s mapear sua estrutura atual, ao menos planejar o preenchimento de lacunas e vulnerabilidades que ainda deixam aberto esse ciclo de melhoria cont\u00ednua deve constar no radar da alta administra\u00e7\u00e3o. Dentro da Cadeia de Valor, as atividades de gerenciamento de riscos s\u00e3o consideradas de apoio ou suporte, mas podem contribuir em maior ou menor intensidade para melhoria da efici\u00eancia e efic\u00e1cia das atividades prim\u00e1rias que agregam valor aos produtos e servi\u00e7os oferecidos a seus clientes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O programa de testes de estresse busca criar um prop\u00f3sito para o teste de estresse inserindo-o como importante ferramenta de antecipa\u00e7\u00e3o dentro de todo o processo de gerenciamento de risco, sendo a modelagem integrada de riscos essencial para atingir esse objetivo. E cada organiza\u00e7\u00e3o decide a profundidade com que tratar\u00e1 o assunto para usufruir de seus benef\u00edcios: a semeadura \u00e9 opcional, mas a colheita do que foi semeado \u00e9 obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Um bom fim de semana a todos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Yoshio Hada<\/p>\n<p><a href=\"mailto:yoshio.hada@basileia3.com.br\">yoshio.hada@basileia3.com.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o 4.557\/17 \u2013 Gerenciamento integrado de riscos<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.bcb.gov.br\/pre\/normativos\/busca\/normativo.asp?numero=4557&amp;tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;data=23\/2\/2017\">http:\/\/www.bcb.gov.br\/pre\/normativos\/busca\/normativo.asp?numero=4557&amp;tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;data=23\/2\/2017<\/a><\/p>\n<p>Gest\u00e3o de Riscos no Banco Central do Brasil<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.bcb.gov.br\/htms\/getriscos\/Gestao-Integrada-de-Riscos.pdf\">https:\/\/www.bcb.gov.br\/htms\/getriscos\/Gestao-Integrada-de-Riscos.pdf<\/a><\/p>\n<p>Artigos anteriores \u2013 \u00cdndice de artigos at\u00e9 2\/07\/2018<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/07\/02\/resolucao-4-553-e-4-557-gerenciamento-integrado-de-riscos-indice-de-artigos\/\">http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/07\/02\/resolucao-4-553-e-4-557-gerenciamento-integrado-de-riscos-indice-de-artigos\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual prop\u00f3sito do teste de estresse? 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