{"id":447,"date":"2018-04-21T08:54:14","date_gmt":"2018-04-21T11:54:14","guid":{"rendered":"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/?p=447"},"modified":"2021-12-28T18:34:38","modified_gmt":"2021-12-28T21:34:38","slug":"resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-3-grafos-gri","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/21\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-3-grafos-gri\/","title":{"rendered":"Resolu\u00e7\u00e3o 4.557-Modelagem e identifica\u00e7\u00e3o de riscos integrados-parte 3-Grafos GRI"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_448\" aria-describedby=\"caption-attachment-448\" style=\"width: 1605px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-448\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1.png\" alt=\"\" width=\"1605\" height=\"571\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1.png 1605w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1-300x107.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1-768x273.png 768w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1-1024x364.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1605px) 100vw, 1605px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-448\" class=\"wp-caption-text\">Consolidando risco de cr\u00e9dito<\/figcaption><\/figure>\n<h1>Resolu\u00e7\u00e3o 4.557-Modelagem e identifica\u00e7\u00e3o de riscos integrados\u2013parte 3-Grafos GRI<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como integrar os riscos monitorados em atendimento \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.bcb.gov.br\/pre\/normativos\/busca\/normativo.asp?numero=4557&amp;tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;data=23\/2\/2017\">resolu\u00e7\u00e3o 4.557\/17<\/a>? Finalizando os argumentos da <a href=\"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/07\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-1\/\">primeira<\/a> parte com exemplos da <a href=\"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/16\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-2-grafos-gri\/\">segunda parte<\/a> desse artigo, exemplificaremos a integra\u00e7\u00e3o proposta a partir do encadeamento entre causas e efeitos da representa\u00e7\u00e3o do mundo real.<\/p>\n<p>Os exemplos s\u00e3o simplifica\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas, n\u00e3o exaustivos nem definitivos, apenas a t\u00edtulo de facilitar a compreens\u00e3o com ao menos um risco das principais categorias previstas para as institui\u00e7\u00f5es financeiras. Acreditamos o racioc\u00ednio ser aplic\u00e1vel tamb\u00e9m aos demais setores.<\/p>\n<p><strong>Abordagem Grafos GRI<\/strong><\/p>\n<p>Os exemplos integram os riscos no n\u00edvel mais detalhado por meio da estrutura de causa e efeito e n\u00e3o por sua categoriza\u00e7\u00e3o. Mas essa abordagem permite tamb\u00e9m consolidar m\u00e9tricas ap\u00f3s a classifica\u00e7\u00e3o dos riscos nas taxonomias previstas pelo regulador: basta criar um mapeamento paralelo sem integra\u00e7\u00e3o entre os mesmos riscos individuais e consolid\u00e1-los apenas no n\u00edvel final de categorias. Consequentemente, ambas consolida\u00e7\u00f5es poder\u00e3o ser extra\u00eddas de forma simult\u00e2nea pelo gestor de riscos a partir dessa abordagem que chamamos internamente de Grafos GRI pelos motivos expostos nos artigos anteriores.<\/p>\n<p>No artigo anterior, destacamos um benef\u00edcio do mapeamento gr\u00e1fico de risco que associa de forma visual expl\u00edcita mais de uma causa, se comparado com o formato \u2018linha de planilha\u2019, permitindo calibrar a probabilidade de ocorr\u00eancia de incidentes de forma segregada para cada causa. Al\u00e9m disso, cada causa afeta uma consequ\u00eancia com um peso relativo \u00e0 sua import\u00e2ncia, tal como composi\u00e7\u00e3o da carteira de ativos e passivos, o que difere do estudo de probabilidade de ocorr\u00eancia de um incidente dentro de cada causa.<\/p>\n<p><strong>Exemplo 1-Inadimpl\u00eancia: consolidando risco de cr\u00e9dito<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_448\" aria-describedby=\"caption-attachment-448\" style=\"width: 1605px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-448\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1.png\" alt=\"\" width=\"1605\" height=\"571\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1.png 1605w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1-300x107.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1-768x273.png 768w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_1-1024x364.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1605px) 100vw, 1605px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-448\" class=\"wp-caption-text\">Consolidando risco de cr\u00e9dito<\/figcaption><\/figure>\n<p>O exemplo acima de inadimpl\u00eancia considerou os riscos j\u00e1 estudados de forma individual (fraude, falha e multa em andamento no IBAMA, exemplificados na parte 2 do artigo) onde o tomador j\u00e1 apresentava sinais de potencial inadimpl\u00eancia n\u00e3o detectadas no momento da concess\u00e3o de cr\u00e9dito. Mas al\u00e9m de consolid\u00e1-las, acrescentou causas provenientes de posteriores mudan\u00e7as em fatores como sazonalidade e segmento ou regi\u00e3o em dificuldades, medidas por monitoramento no decorrer do contrato.<\/p>\n<p>As mesmas causas j\u00e1 associadas nos riscos individualmente, pois tamb\u00e9m devem ser estudados no ato da concess\u00e3o do cr\u00e9dito, devem ser monitorados no decorrer da vida do empr\u00e9stimo at\u00e9 sua quita\u00e7\u00e3o final. Nessa abordagem, o estudo da causa \u00e9 feito apenas uma s\u00f3 vez, mas ela pode ser relacionada em tantos riscos quanto forem necess\u00e1rios.<\/p>\n<p>Graficamente, os elementos na cor roxa s\u00e3o causas e laranja s\u00e3o consequ\u00eancias. Os elementos no formato circular s\u00e3o causas e retangular s\u00e3o riscos ou consequ\u00eancias. Dessa forma, os ret\u00e2ngulos roxos s\u00e3o riscos mapeados como causas desse novo risco agrupado de inadimpl\u00eancia.<\/p>\n<p>Outra observa\u00e7\u00e3o \u00e9 a liga\u00e7\u00e3o direta entre os ret\u00e2ngulos roxos: riscos mapeados como causas\u00a0 ligadas diretamente ao risco agrupado. Como cada risco individual j\u00e1 \u00e9 uma composi\u00e7\u00e3o de causa e consequ\u00eancia, com suas m\u00e9tricas de probabilidade e impacto, o risco agrupado utilizar\u00e1 indiretamente essas m\u00e9tricas em efeito cascata. Esse conceito facilitar\u00e1 futuros c\u00e1lculos de consolida\u00e7\u00e3o e simula\u00e7\u00e3o do cont\u00e1gio entre os riscos.<\/p>\n<p><strong>Exemplo 2-Descasamento do fluxo de caixa: consolidando risco de mercado e risco de liquidez<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_449\" aria-describedby=\"caption-attachment-449\" style=\"width: 1199px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-449\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_2.png\" alt=\"\" width=\"1199\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_2.png 1199w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_2-300x105.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_2-768x269.png 768w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_2-1024x359.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1199px) 100vw, 1199px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-449\" class=\"wp-caption-text\">Consolidando risco de mercado e liquidez<\/figcaption><\/figure>\n<p>Descasamento do fluxo de caixa \u2013 o LCR, que \u00e9 uma m\u00e9trica de risco de liquidez de curto prazo utilizada pelas institui\u00e7\u00f5es financeiras, possui forte preocupa\u00e7\u00e3o de correntistas e aplicadores anteciparem seus resgates em momentos de estresse no mercado. Aliado a essa causa potencial de saques anteriores aos previstos originalmente (pois esses valores provavelmente est\u00e3o comprometidos em empr\u00e9stimos e aplica\u00e7\u00f5es com prazos casados nas condi\u00e7\u00f5es originais) e um descasamento de prazos j\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es normais, juntam-se os riscos de oscila\u00e7\u00e3o de taxas e moedas nos riscos individuais tamb\u00e9m j\u00e1 exemplificados anteriormente.<\/p>\n<p>Exemplificamos tamb\u00e9m o risco da hiper valoriza\u00e7\u00e3o de ativos. Em condi\u00e7\u00f5es normais, a valoriza\u00e7\u00e3o de um indexador ou moeda no qual nossos ativos est\u00e3o atrelados t\u00eam efeito positivo. Os modernos conceitos de risco preveem consequ\u00eancias positivas, al\u00e9m das tradicionais negativas, pois o estudo \u00e9 sobre a incerteza de cen\u00e1rios futuros de qualquer ordem. Lembramos como caso pr\u00e1tico para esse exemplo a forte desvaloriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar em <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Desvaloriza%C3%A7%C3%A3o_do_real_em_1999\">1999<\/a>, sucedendo as crises na \u00c1sia (1997) e R\u00fassia (1998). Empr\u00e9stimos atrelados ao d\u00f3lar, em n\u00edveis est\u00e1veis desde a implanta\u00e7\u00e3o com sucesso do Plano Real em 1994, foram amplamente oferecidas com recursos provenientes do exterior. Na ponta das institui\u00e7\u00f5es financeiras sediadas no pa\u00eds, o risco da oscila\u00e7\u00e3o cambial era reduzido por sua capta\u00e7\u00e3o estar atrelada ao mesmo indexador do empr\u00e9stimo concedido, afinal, o risco de mercado era do tomador. No entanto, a desvaloriza\u00e7\u00e3o brusca do real foi tamanha que os tomadores dos empr\u00e9stimos entraram em inadimpl\u00eancia ou desejavam devolver os bens financiados atrelados a esses empr\u00e9stimos. Esses bens, com a forte oferta no mercado, desvalorizaram tamb\u00e9m, fazendo com que v\u00e1rias dessas garantias n\u00e3o fossem suficientes para quitar o saldo devedor. Em casos extremos, o saldo devedor era maior que o bem somado \u00e0s parcelas j\u00e1 pagas pelos tomadores. Isso se tornou um s\u00e9rio problema de risco de cr\u00e9dito: pior que perder o lucro \u00e9 tamb\u00e9m perder o principal emprestado.<\/p>\n<p>No pior cen\u00e1rio poss\u00edvel, desvaloriza\u00e7\u00e3o de alguns ativos, supervaloriza\u00e7\u00e3o de passivos e hipervaloriza\u00e7\u00e3o de ativos (risco de mercado) que levem \u00e0 inadimpl\u00eancia (risco de cr\u00e9dito) afetar\u00e3o diretamente o fluxo de caixa da institui\u00e7\u00e3o (risco de liquidez).<\/p>\n<p><strong>Exemplo 3-Consolidando efeito dos riscos no Gerenciamento de capital<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_450\" aria-describedby=\"caption-attachment-450\" style=\"width: 967px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-450\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_3.png\" alt=\"\" width=\"967\" height=\"251\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_3.png 967w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_3-300x78.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_3-768x199.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 967px) 100vw, 967px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-450\" class=\"wp-caption-text\">Consolidando gerenciamento de capital<\/figcaption><\/figure>\n<p>Gerenciamento de Capital \u2013 nessa sugest\u00e3o, ao antecipar poss\u00edveis cen\u00e1rios de risco de liquidez, a institui\u00e7\u00e3o financeira deve planificar fontes adicionais de acr\u00e9scimo de capital, seja como plano de conting\u00eancia, seja como investimento programado para acompanhar o crescimento da organiza\u00e7\u00e3o. Para esse cen\u00e1rio, novas causas e consequ\u00eancias s\u00e3o combinadas, tais como mudan\u00e7as no controle acion\u00e1rio ou regulamenta\u00e7\u00f5es. Planejadas ou n\u00e3o, devem ser previstas com anteced\u00eancia, pois aumento de capital de longe s\u00e3o as medidas de maior demora de implementa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de limita\u00e7\u00f5es das matrizes estrangeiras, escassez de fontes de capta\u00e7\u00e3o e regulamenta\u00e7\u00f5es dos diversos \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores.<\/p>\n<p><strong>Exemplo 4 \u2013 Outros riscos, tal como risco de modelagem<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_451\" aria-describedby=\"caption-attachment-451\" style=\"width: 1123px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-451\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_4.png\" alt=\"\" width=\"1123\" height=\"412\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_4.png 1123w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_4-300x110.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_4-768x282.png 768w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/19-Modelagem_3_4-1024x376.png 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1123px) 100vw, 1123px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-451\" class=\"wp-caption-text\">Risco de modelagem<\/figcaption><\/figure>\n<p>Risco de modelagem: a impossibilidade de classificar um risco mapeado do mundo real em uma das categorias previstas pelo regulador seria naturalmente classificada como \u2018outros\u2019. E nessa abordagem, a organiza\u00e7\u00e3o s\u00f3 ter\u00e1 algum risco nessa categoria se fizer sentido e for representativo dentro de sua realidade. Se os riscos a serem considerados est\u00e3o em uma das categorias, n\u00e3o haveria obriga\u00e7\u00e3o alguma em preencher essa categoria, pois a prioriza\u00e7\u00e3o de riscos j\u00e1 foi mat\u00e9ria da fase de an\u00e1lise do SWOT e Cadeia de Valor.<\/p>\n<p>Exemplificamos uma an\u00e1lise sobre a pr\u00f3pria vulnerabilidade do processo de gerenciamento de riscos quanto ao monitoramento da RAS, que deve ser de conhecimento da alta dire\u00e7\u00e3o, conforme o artigo \u00a0\u201cArt. 51. O conselho de administra\u00e7\u00e3o, o comit\u00ea de riscos, o CRO e a diretoria da institui\u00e7\u00e3o devem: \u2026<\/p>\n<p>II \u2013 Entender as limita\u00e7\u00f5es das informa\u00e7\u00f5es constantes dos relat\u00f3rios de que tratam os arts. 7\u00ba, inciso X, e 40, inciso VII, e dos reportes relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital; \u2026<\/p>\n<p>V \u2013 Assegurar o entendimento e o cont\u00ednuo monitoramento dos riscos pelos diversos n\u00edveis da institui\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p><strong>Exemplo 5 \u2013 Consolida\u00e7\u00e3o de terceiro n\u00edvel<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_426\" aria-describedby=\"caption-attachment-426\" style=\"width: 902px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-426\" src=\"http:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/16-Modelagem_1-1.png\" alt=\"\" width=\"902\" height=\"399\" srcset=\"https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/16-Modelagem_1-1.png 902w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/16-Modelagem_1-1-300x133.png 300w, https:\/\/www.b3bee.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/16-Modelagem_1-1-768x340.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 902px) 100vw, 902px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-426\" class=\"wp-caption-text\">Consolida\u00e7\u00e3o dos riscos integrados<\/figcaption><\/figure>\n<p>Consolida\u00e7\u00e3o de terceiro n\u00edvel \u2013 conforme exposto na parte 1 dessa s\u00e9rie de artigos, esse diagrama \u00e9 nada mais que representar todos os riscos direta e indiretamente relacionados nas etapas detalhadas nesses artigos complementares. Ele \u00e9 apenas a ponta do \u2018iceberg\u2019 formado a partir da base invis\u00edvel que \u00e9 o mapeamento dos riscos individuais e depois sua intera\u00e7\u00e3o a partir da rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito. \u00c9 a cereja do bolo. \u00c9 o topo da pir\u00e2mide. Mas sem uma massa ou uma base consistente, o grau de confian\u00e7a em tomar decis\u00f5es sobre essas informa\u00e7\u00f5es altamente consolidadas pode ficar comprometida.<\/p>\n<p><strong>Identifica\u00e7\u00e3o dos riscos nessa abordagem Grafos GRI<\/strong><\/p>\n<p>Essa abordagem Grafos GRI \u00e9 apenas uma sugest\u00e3o did\u00e1tica para organiza\u00e7\u00f5es em fase inicial nesse processo de gerenciamento integrado de riscos, talvez n\u00e3o sendo novidade alguma para organiza\u00e7\u00f5es em n\u00edveis de maior maturidade nesse assunto. Fica nossa contribui\u00e7\u00e3o para disseminar essa cultura de gerenciamento integrado de riscos ANTES da tomada de decis\u00f5es estrat\u00e9gicas.<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima s\u00e9rie de artigos, abordaremos a fase de an\u00e1lise dessa modelagem.<\/p>\n<p>Um bom fim de semana a todos.<\/p>\n<p>Yoshio Hada<\/p>\n<p>Fontes<\/p>\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o 4.557\/17 \u2013 Gerenciamento integrado de riscos<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.bcb.gov.br\/pre\/normativos\/busca\/normativo.asp?numero=4557&amp;tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;data=23\/2\/2017\">http:\/\/www.bcb.gov.br\/pre\/normativos\/busca\/normativo.asp?numero=4557&amp;tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;data=23\/2\/2017<\/a><\/p>\n<p>Efeito samba: desvaloriza\u00e7\u00e3o do real em 1999<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Desvaloriza%C3%A7%C3%A3o_do_real_em_1999\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Desvaloriza%C3%A7%C3%A3o_do_real_em_1999<\/a><\/p>\n<p>Parte 1 do artigo \u2013 Modelagem e identifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/07\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-1\/\">http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/07\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-1\/<\/a><\/p>\n<p>Parte 2 do artigo \u2013 Modelagem e identifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/16\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-2-grafos-gri\/\">http:\/\/b3bee.com.br\/site\/2018\/04\/16\/resolucao-4-557-modelagem-e-identificacao-de-riscos-integrados-parte-2-grafos-gri\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resolu\u00e7\u00e3o 4.557-Modelagem e identifica\u00e7\u00e3o de riscos integrados\u2013parte 3-Grafos GRI &nbsp; Como integrar os riscos monitorados em atendimento \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o 4.557\/17? 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